quarta-feira, 9 de abril de 2025

DGABC: Fragmento de Fernando da Silva Cardoso

Hoje, quarta-feira, 9 de abril de 2025, o projeto Poemas da Cidade volta a brilhar na coluna Memória, do jornalista Ademir Medici. Pelo segundo dia consecutivo, a literatura produzida em nossa região serve de moldura para o resgate histórico de Santo André.

Desta vez, o fragmento em evidência pertence ao poema "Forja ardente", de autoria de Fernando da Silva Cardoso:

"Há uma chama eterna,
numa Capuava vila,
num Novo Oratório que vela,
as lembranças da minha vida. (...)

que essa forja incandescente,
possa amalgamar a toda nossa gente
num tempero inovador."

A obra integra o volume 2 da coletânea Poemas da Cidade, publicada pela a Editora COOPACESSO em 2015 e os versos do autor nascido na Capital e formado em Ciências Sociais — trazem nomes que fazem parte do cotidiano andreense, como Capuava e Novo Oratório, transformando bairros em poesia viva. É a prova de que a nossa história não é feita apenas de concreto e aço, mas de memórias que se "amalgamam" para formar a identidade única do nosso povo.

A publicação de hoje acompanha o relato do memorialista Adelino Faccioli, que compartilha imagens raras de locais icônicos como o Cine Tangará e a Lira de Santo André.

É muito gratificante ver a produção literária do projeto Poemas da Cidade caminhando lado a lado com a história oficial da cidade, algo que reforça nosso compromisso de manter acesa essa "chama eterna" da cultura local.

Nenhum comentário:

Postar um comentário