“A cidade que acolheumigrantes de todo o País,cresceu e se desenvolveu,porque o nome bendiz.”
O excerto integra a obra Poemas da Cidade – “A cidade se renova” (volume 2, 2015), pela Editora COOPACESSO, e que traduz, em versos diretos e luminosos, a vocação de Santo André como território moldado pelo trabalho, pela diversidade e pelo pertencimento. Ao ser incorporado à Coluna Memória, o poema ultrapassa o campo literário e passa a dialogar com documentos, imagens e depoimentos, ampliando o sentido de preservação histórica.
Assim, a publicação reforça a proposta que orienta este projeto poético: compreender que a memória da cidade não se constrói apenas por datas e fatos, mas também pela palavra sensível, capaz de nomear afetos, reconhecer trajetórias coletivas e transformar o cotidiano em herança cultural. A poesia, nesse contexto, não ilustra a memória — ela a funda, a acompanha e a renova.

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